Iniciativa

"Muitas vezes, o silêncio é ensurdecedor."
Uma iniciativa
Sic Noticias e Novartis

Em Portugal, apesar de se falar em Cancro da mama, há ainda muito por dizer.
Falamos de prevenção, da importância do autoexame, de números e estatísticas, mas não do que fica para quem vive com cancro da mama.
Não falamos das consequências na vida familiar, na vida profissional, das dificuldades ao nível do rendimento, das desilusões de quem quer aceder a novos tratamentos, do desespero da espera.
Muito para lá das questões médicas, como lidar com as emoções, com a sociedade, com a família e amigos, como lidar com o tabu que ainda rodeia a doença oncológica?
Para dar voz a este silêncio, a SIC Notícias e a Novartis juntaram-se e criaram a iniciativa Tenho Cancro, e Depois?, uma conversa que pretende pôr o dedo na ferida, fazer as perguntas difíceis, e da qual todos nós devemos fazer parte.
Ao longo de 10 semanas, vamos lançar 5 vídeos, com 5 desafios, histórias de vida de mulheres extraordinárias que vivem, todos os dias, com Cancro da mama.
Acompanhe esta iniciativa, junte-se a nós, e partilhe a sua indignação. Com o apoio de todos, vamos encontrar as respostas que estas, e outras mulheres tanto procuram.

c.01: Os Desafios
de viver
com a doença

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Ter cancro não é sinónimo
de estar morto


Como ter uma vida normal quando o Cancro é um tabu?
Ninguém fala sobre o tema e todos o encaram como sinónimo de morte.
Somos vistas como “coitadinhas”, e não há informação sobre como devemos lidar com todos os aspetos do nosso Cancro.

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c.02: Desafios
familiares

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Muitas mulheres com Cancro
acabam divorciadas


Não há apoios à nossa família, nem psicológicos para o embate com a doença, nem informativos, que possam ajudar a lidar com o que nos acontece durante todo o processo.
Não há apoios da segurança social que permitam que os familiares nos acompanhem nos tratamentos. O tabu também se abate sobre as nossas famílias.

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c.03: Desafios no
rendimento

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É muito difícil viver com Cancro
e a recibos verdes


Numa altura em que precisamos mais de dinheiro, para suportar os custos (diretos e indiretos) dos tratamentos, temos ainda menos rendimentos - não há subsídios nem apoios, e a baixa médica é inferior ao salário completo. Se formos profissionais liberais, a recibos verdes, é muito mais difícil ter acesso a baixa.

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c.04: Desafios do
trabalho

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As mulheres com Cancro
são pressionadas no emprego


Quando mais precisamos do emprego, para nos continuarmos a sentir úteis, e evitar a depressão, perdemos o emprego porque não há flexibilidade (nem de horários, ou trabalhar a partir de casa, por exemplo) para acomodar quem tem de fazer tratamentos, muitas vezes diários.

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c.05: Desafios
dos tratamentos
inovadores

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Um doente com Cancro
nunca deixa de ser doente


A importância dos ensaios clínicos é imensa, porque nos permite ter acesso a novas terapias experimentais, que mesmo que não funcionem, são a nossa maior (e às vezes única) esperança.

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c.01:
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Os Desafios de viver com a doença

c.02:
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Desafios familiares

c.03:
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Desafios no rendimento

c.04:
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Desafios do trabalho

c.05:
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Desafios dos tratamentos inovadores

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