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Muitas vezes, o silêncio é ensurdecedor. Chegou a hora de falar sobre a vida que fica para quem vive com Cancro da mama em Portugal.

Capitulo 01

Os Desafios de viver com a doença

Como ter uma vida normal quando o Cancro é um tabu? Como encontrar informação relevante em tempo útil? E depois, como lidar com o que todos acham ser uma sentença de morte?

A Entrevista

E depois,
Cristina?

Pode o cancro ter um lado bom? Há vida depois do cancro? E se sim, que tipo de vida é? Cristina Nogueira fala-nos das suas lutas contra os vazios legais, do preconceito dos outros, e do que a faz continuar a procurar tanto a vida.

Capitulo 02

Os Desafios
Familiares

Como se diz a um filho que a mãe tem cancro? Porque há tantos divórcios depois da doença? Que apoios existem para quem apoia os doentes de cancro?

A Entrevista

E depois,
Isabel?

Porque falta tanta informação? Que tipo de apoios há para quem vive com cancro da mama? Isabel Duarte fala-nos de como encontrou um enorme desconhecido, do trabalho que tem desenvolvido para ajudar as mulheres mais carenciadas e de como, afinal, é possível “Ser Feliz com Cancro”.

Capitulo 03

Os desafios no rendimento

Como lidar com um aumento de despesas acompanhado de uma diminuição no rendimento? Como é que podemos proteger as profissionais liberais? A que apoios e subsídios têm direito estas mulheres?

A Entrevista

E depois,
Cátia?

Porque é que há tanto tabu em redor da doença oncológica? E que medos têm as mulheres com cancro da mama de se expôr? Cátia Delgado, 34 anos, fala-nos das suas lutas, de como enfrente os mitos e as faltas de informação, e de como, todos os dias quando acorda, procura a vida.

Capitulo 04

Os desafios
do trabalho

Porque é tão difícil manter o emprego depois do cancro? Que alternativas existem à reformada antecipada quando as idas ao hospital são uma constante? Porque não há maior flexibilidade nas empresas? Que medidas podem ser tomadas para que o doente oncológico possa continuar a trabalhar e a sentir-se útil no emprego?

A Entrevista

E depois,
Sandra?

Muito mais do que uma sentença de morte, Sandra encara o seu cancro como uma oportunidade de vida. Quando confrontada com o diagnóstico, e depois do choque inicial, Sandra viu no cancro uma forma de valorizar o que realmente importa. Aqui, Sandra fala-nos das duas crenças, do positivismo com que encara o futuro e da importância de sermos, cada um de nós, responsáveis pelas nossas vidas.

Capitulo 05

Os desafios dos tratamentos inovadores

Para quem foi diagnosticada com cancro da mama, a esperança reside nos avanços da medicina? Que papel deve o Estado ter num campo dominado maioritariamente pelas grandes farmacêuticas? Como é que podemos garantir que estes tratamentos, que sabemos serem também uma prova de vida, cheguem a todas que deles precisam?

A Entrevista

E depois,
Ana?

Ana Santos, professora, alerta para os efeitos psicológicos da doença oncológica e do impacto na vida familiar. Aos 49 anos, e depois do diagnóstico e tratamentos, encontrou conforto no trabalho e no carinho com que os alunos a receberam.